06/06/2020 às 06h45min - Atualizada em 06/06/2020 às 06h45min

6 organizações brasileiras que recebem dinheiro de George Soros: o financiador da esquerda tupiniquim

Por Jota Henrique
Sem Meias Palavras
 
 
O mega bilionário George Soros é um nome pouco conhecido no Brasil e não à toa. A imprensa inteira esconde ao máximo a influência que esse homem e sua principal organização, a Open Society, têm sobre várias outras organizações, ONG's, veículos de comunicação, partidos políticos de esquerda, movimentos políticos, etc. 
 
A Open Society pode ser considerada a ponta do iceberg no plano de Soros de realizar o seu sonho de domínio mundial. As várias pautas que Soros financia através de sua organização estão o aborto, a liberação das drogas, o feminismo, a ideologia de gênero, comunismo, islamismo, desarmamento, combate às soberanias nacionais, imigração em massa, entre várias outras ideias do manual progressista para a implantação global do socialismo. 
 
No Brasil e em outros países da América Latina, a Open Society investe em média US$ 37 milhões por ano. É uma das maiores organizações privadas que investe no continente. É claro que existem outras como a Fundação Ford que injeta US$ 25 milhões todo ano em partidos de esquerda, ONG's e outras instituições de viés esquerdista por toda a América Latina. 
 
Já é de conhecimento que Soros investe grande parte de sua fortuna em esquemas progressistas, visando sempre o domínio mundial. O trabalho do bilionário tem surtido efeito em vários países do mundo, eleições são manipuladas de acordo com o gosto do chefão da Open Society. Depois da eleição que elegeu Donald Trump presidente dos EUA, Soros perdeu quase US$ 1 bilhão com a ascensão do mercado de ações. Pois todos os números, e analistas confirmavam na época, que uma possível vitória do candidato republicano deixaria o mercado em queda. Pois não foi isso que aconteceu. Fora também que Soros perdeu muito dinheiro por ter apoiado a candidatura e ter custeado a campanha da candidata democrata, Hillary Clinton. No começo do mês de outubro, o mega bilionário investiu do próprio bolso nada menos do que US$ 1 bilhão na Open Society e se tornou o maior investidor privado a uma organização. Em 2015, George Soros entrou com um capital de 500 milhões de Euros no Banco Santander. 
 
George Soros é um grande nome quando se trata de financiar veículos de comunicação para aderirem a sua agenda globalista. No Brasil, talvez, seja um dos países em que isso mais está acontecendo na atualidade, perdendo apenas para os Estados Unidos. É urgente que saibamos dessas informações para que deixemos de levar em consideração opiniões travestidas de jornalismo isento e objetivo, como boa parte da população brasileira ainda trata a imprensa nacional. 
 
1 - Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação)
O site Mídia Ninja nasceu durantes os protestos de rua em 2013.
Foto: divulgação
 
A Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação), que ficou conhecida nas manifestações de 2013, não é tão independente como o nome sugere. Ao mesmo tempo que seus integrantes brandavam e batiam no peito exigindo independência dos principais veículos de comunicação na cobertura das manifestações, a organização já tinha recebido US$ 80 mil da organização progressista de George Soros, cerca de R$ 250 mil entre agosto de 2015 e agosto de 2016. É engraçado que uma mídia que se diz independente e sem fins lucrativos tenha lucrado tanto por conta da dependência que tem do dinheiro de George Soros. Mais informações sobre os valores de doação que a Mídia Ninja recebe você pode ver nessa matéria do Ilisp 
 
2 - Agência Pública 
Agência Pública que tem entre seus parceiros mídias tradicionais e a Fundação Ford
Foto: divulgação 

A Agência Pública do esquerdista Leonardo Sakamoto é uma organização de mídia que nasceu para ser um contra-ponto da grande mídia. Como qualquer outra mídia parecida, a Agência Pública vendeu a ideia de ser independente ao mesmo tempo que recebeu mais de R$ 1 milhão da Open Society Foudations. O slogan da organização é "modelo de jornalismo sem fins lucrativos para manter a independência". Pois é, estamos vendo. 
 
3 - ITS Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio)
 
Além da Open Society Foudations, a ITS Rio também tem entre seus parceiros a Fundação Ford
Foto: divulgação
A ITS Rio (Instituo de Tecnologia e Sociedade do Rio) é outra organização brasileira que recebe verbas da fundação de George Soros. A ITS Rio tem entre seus diretores o comentarista da GloboNews, Ronaldo Lemos, que também é co-fundador do instituto. Essa organização recebeu da Open Society US$ 350 mil entre 2014 e 2015. Ronaldo Lemos é um dos responsáveis pela criação e defesa do Marco Civil da Internet, sancionado pela até então presidente Dilma Rousseff, projeto esse que deu a legalidade para suspender o serviço do aplicativo Whatsapp no Brasil. A hipocrisia fica por conta da ideia do instituto "Mantenha a Internet Aberta" tendo um dos seus principais nomes alguém que ajudou a regular a internet no país. 
 
4 - Instituto Igarapé 
O Instituto Igarapé nasceu em 2011 e já conta com parcerias ao redor do mundo
Foto: divulgação

O Instituto Igarapé nasceu em 2011 e tem entre seus fundadores a comentarista da GloboNews sobre segurança pública e drogas, Ilona Szabó de Carvalho, defensora entusiasta da liberação das drogas no país. Essa organização já recebeu da Open Society de Soros R$ 670 mil entre os anos de 2014 e 2015. 
 
5 - Viva Rio
Viva Rio foi fundada em 1993
Foto: reprodução/Twitter 

O Viva Rio nasceu no começo da década de 90 com a intenção de criar meios para acabar com a violência no estado do Rio de Janeiro. Mas ficou muito conhecida pelas pautas desarmamentistas e pela luta a favor da desmilitarização da Polícia Militar. Além disso, a Viva Rio recebeu de George Soros R$ 107 mil entre os anos de 2009 e 2014 para atuar na defesa da legalização das drogas. 
 
6 - Instituto FHC
O Instituto FHC foi criado em 2004 pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso
Foto: divulgação

O Instituto Fernando Henrique Cardoso nasceu em 2004 se vendendo como uma organização que prezava pela democracia. O instituto nunca teve uma grande exposição na mídia e muito menos em questões de grande visibilidade no país até pouco tempo atrás. Isso começou a mudar de 2015 em diante quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teve um jantar com o bilionário George Soros e banqueiros brasileiros. Somente entre 2015 e 2016, o Instituto FHC recebeu US$ 111,220 da Open Society. Depois disso, FHC, que pouco se ouvia falar na mídia sobre legalização das drogas, se tornou um dos maiores defensores da pauta progressista no país. 
 
O Brasil está cheio de personalidades, jornalistas, artistas, intelectuais e especialistas metidos em organizações com pautas progressistas, mas que omitem essa informação do público para que suas opiniões sejam passadas como imparciais e objetivas. Como mostra o ótimo artigo do Bruno Garschagen na Gazeta do Povo nesta última segunda-feira, e que foi peça de inspiração para esse artigo, o leitor médio está muito distante das pessoas que estão por de trás das matérias dos jornais impressos, nas revistas, dos portais e das emissoras de TV e rádio. A parcialidade ainda é discutida no Brasil, quando em outros países já é sabido há muito tempo que não existe imparcialidade no jornalismo. 
 
A maioria da população nem se dá conta de que sua visão de mundo sobre os principais problemas do país, na verdade, é a opinião de apenas um pequeno grupo de bilionários que investem milhões de dólares em ONG's, mídias, movimentos populares e pessoas para espalhar sua agenda pelo Brasil e o mundo. Sem contar com a força do movimento artístico que também tem a sua parte, influenciando massas para o bel prazer de sua agenda. 
 
O Brasil nunca irá ter seus problemas sanados se o cidadão continuar sendo vedado por aqueles que detêm o controle da informação. E não é por quê a situação se apresenta desse modo que não podemos fazer mais nada para mudá-la. A questão é que a chave para a liberdade está nas mãos de quem deseja ser livre, mas se o preso se conformou com as correntes, não é o carcereiro que terá pena e soltá-lo. 
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