23/10/2020 às 05h50min - Atualizada em 23/10/2020 às 05h50min

Base e Santa Maria somam 8,3 mil cirurgias até agosto

Mesmo durante o pico da pandemia, equipes médicas do Iges-DF não mediram esforços para atender a população

AGÊNCIA BRASÍLIA
O período mais crítico da pandemia não impediu que os hospitais públicos administrados pelo Instituto de Gestão Estratégica da Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) atendessem a milhares de pacientes com os mais diversos tipos de cirurgias, como demonstram os números do próprio instituto. Entre janeiro e agosto deste ano foram feitas 8.321 mil cirurgias no Hospital de Base e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), sem contar com os atendimentos de Covid-19 nessas unidades.
 

O Hospital de Base somou no período 6.786 mil operações cirúrgicas, entre urgentes e agendadas (eletivas), em áreas como oncologia, ortopedia, urologia e procedimentos gerais. Já o HRSM contabilizou 1.535 cirurgias também nos primeiros oito meses do ano, das quais 396 efetuadas pelo Departamento de Ortopedia. Só em setembro foram 442 cirurgias no HRSM, das quais 69 ortopédicas.

“Durante a pandemia, nós não deixamos de operar, mas focamos na realização de cirurgias de urgência, as oncológicas, como câncer de intestino, de estômago”, explicou o médico Calil Salomão Abud Neto, gerente geral de Assistência Cirúrgica do HRSM.

Calil explicou que, no caso das cirurgias ortopédicas, o número de procedimentos não foi ainda maior porque, com a pandemia, os esforços foram concentrados nos pacientes com Covid-19. Os fornecedores também tiveram problema na distribuição do material.

Mas a nova diretoria do Iges-DF já vem solucionando o problema. O compromisso é retomar as cirurgias e zerar as filas de espera o quanto antes. Para tanto, a instituição vem revendo todos os contratos firmados anteriormente com os fornecedores para reabastecer o estoque e garantir que as ortopédicas, bem como outros tipos de cirurgia, sejam normalizadas nas unidades que administra.

“Queremos atender a todos os pacientes o mais brevemente possível”, sentenciou o presidente do instituto, Paulo Ricardo Silva.

 

 

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