03/05/2021 às 12h43min - Atualizada em 03/05/2021 às 12h43min

SINALIZAÇÃO DO POVO: EU AUTORIZO, PRESIDENTE!

MAJOR - BRIGADEIRO JAIME RODRIGUES SANCHEZ
MAJOR-BRIGADEIRO JAIME RODRIGUES SANCHEZ

 

504 GUARDIÕES DA NAÇÃO

 

Neste inesquecível 1º de maio, o Brasil que trabalha foi às ruas, não financiado por sindicatos custeados com recursos públicos, mas incentivados pelo patriotismo, o anseio de regatar a dignidade do brasileiro e de devolver ao Brasil a esperança de retomar um caminho de ordem e progresso.

Em Brasília, o eixo monumental e a esplanada dos ministérios ficaram literalmente lotados, com um rodízio ininterrupto de automóveis das 9 da manhã às 15 horas.

Durante todo o meu percurso, que durou aproximadamente 2 horas, não observei qualquer emissora de televisão fazendo a cobertura. Fico imaginando quão hollywoodiana seria uma manifestação daquela magnitude dedicada ao ex-ladrão. Claro que isso seria impossível, pois a fonte de pão com mortadela e transporte gratuito secou.

Essa demonstração se repetiu, de carro ou a pé, em mais de 1000 municípios do Brasil.

Qual não foi a minha surpresa ao procurar na tv, tão logo cheguei em casa, a repercussão daquele estrondoso sucesso, e assistir na CNN um dos seus medíocres apresentadores, Daniel Adjuto, bem ao estilo da famosa vinheta da emissora, “FAKING NEWS!”, alardeando que a comitiva de Bolsonaro, em visita a São Paulo no dia anterior, havia recebido uma OVADA. Certamente, no seu português limitado, queria dizer, como vimos nos vídeos que viralizaram nas redes sociais, que a comitiva foi OVACIONADA enquanto transitava pela avenida paulista.

Por outro lado, com indescritível júbilo, vi que na globolixo, a comentarista política Renata Lo Prete (provavelmente uma futura ex-comentarista da Globo), afirmava sobre a passeata em São Paulo: “a gente tem mais de um milhão de pessoas nas ruas em São Paulo, isso não tem precedentes, nem se a gente tomasse aquele um milhão das diretas já, que muita gente duvida”.

Me fez lembrar a terrorista Mirian Leitão quando, numa entrevista com Bolsonaro, foi obrigada por meio do ponto eletrônico a afirmar, consternada, que Roberto Marinho havia apoiado o movimento militar de 1964.

É importante ressaltar que o número de manifestantes só não foi maior, em todos os municípios, devido ao medo da pandemia. Revoltante as atitudes de prefeitos e governadores esquerdistas, proibindo manifestações, realizando prisões arbitrárias e impedindo carros de circular com a bandeira do Brasil.

Grande parte da população, por diversos meios de comunicação, pede a intervenção militar a qualquer custo. No entanto, ainda existem possibilidades de solução “dentro das quatro linhas”.

A mais lógica e menos provável seria um expurgo nos poderes Legislativo e Judiciário, a exemplo do que está ocorrendo no Executivo, a duras penas, devido aos óbices interpostos pelo sistema.

Essa impossibilidade está claramente evidenciada nas ações sistemáticas de defesa mútua promovida pela grande banda podre existente nos dois Poderes.

A Câmara Alta do Congresso Nacional acaba de dar uma demonstração da podridão reinante nas duas instituições, quando seu presidente, após enumerar diversas razões para não fazê-lo, obedeceu incontinente à determinação intervencionista da Suprema Corte, fruto de uma representação vinda de partidos nanicos, para instalar uma CPI da COVID com o único objetivo de investigar as ações do governo federal, ignorando a roubalheira dos recursos públicos liberados para os estados e municípios.

Como uma bofetada nos eleitores, praticamente todos os membros indicados pelos partidos políticos para compor a Comissão são alvos de processos criminais na justiça. Mais grave ainda: esses criminosos do colarinho branco escolheram dois ladravazes para presidente e relator do processo, ambos envolvidos diretamente com o tema que predomina na CPI. O Presidente é investigado por desvio de recursos da saúde no Amazonas. Já o relator, multidenunciado por corrupção, será juiz do seu próprio filho.

Assim, torna-se incontestável que os próprios atores inviabilizam as soluções dentro das quatro linhas, restando a opção dita inconstitucional pelos opositores à faxina ética e moral necessária.

Por entender que essa alternativa traria sérios transtornos ao País, especialmente em meio a uma pandemia, mas consciente de que o prolongamento da trajetória atual nos levará inexoravelmente ao caos e a um destino execrado pela sociedade, peço vênia para transcrever as palavras categóricas, extraídas de um vídeo gravado por um dos mais renomados juristas brasileiros, Doutor Ives Gandra Martins, o qual já declarou que “o Supremo se transformou no maior partido de oposição”.

“A constituição declara no artigo 142 que se um dos poderes resolver conflitar ou confrontar com outro poder sobre a discussão de como se aplica a lei, não é o supremo a última instância. No caso de conflito de poderes, quem tem que repor a lei e a ordem são as forças armadas; o que vale dizer, poderá acontecer, com essa invasão permanente de competência do Supremo Tribunal Federal nas funções legislativas e nas funções executivas, que um dia se recorra àquele que o constituinte colocou como poder moderador que são as Forças Armadas, não para romper a ordem, porque as Forças Armadas não podem inconstitucionalmente romper a ordem, mas para repor a ordem, não permitir a invasão de competência”.

Após a demonstração do 1º de maio, uma resposta convincente tem que ser dada à sociedade, sob pena da perda do que resta de credibilidade às ameaças de reação que são veiculadas nas redes sociais. 

Nosso Presidente afirmou: “estamos na iminência de ter um problema sério no país. O Brasil está no limite. O pessoal fala que eu devo tomar providências. Eu estou aguardando o povo dar uma sinalização”.

A sinalização foi dada alta e clara, como um pedido de socorro tão estridente quanto o brado da “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”, com o agravante de que o povo enfrentou a truculência de alguns governantes locais e colocou sua vida em risco perante um terrível inimigo que mata diariamente milhares de brasileiros.

Fazendo uma analogia com a guerra, os cidadãos incorporaram o papel de bravos soldados, foram lutar na frente de batalha e aguardam uma resposta dos seus generais.

BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS


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