26/07/2021 às 19h01min - Atualizada em 26/07/2021 às 19h01min

DURA LEX SED LEX

MAJOR - BRIGADEIRO JAIME RODRIGUES SANCHEZ
MAJOR-BRIGADEIRO JAIME RODRIGUES SANCHEZ
 
504 GUARDIÕES DA NAÇÃO
 
O Brasil caminha celeremente para retomar o destino para ele traçado pelo Foro de São Paulo, de transformá-lo num leão-de-chácara da América Latina e nós, povo, instituições civis e Forças Armadas, assistimos passivamente essa caminhada como gado conduzido ao som de música clássica a caminho do matadouro.
 
É uma luta desigual, onde o inimigo utiliza as armas mais deploráveis para atingir seus objetivos, enquanto nós buscamos ingenuamente lograr algum sucesso agindo dentro das quatro linhas.
 
Nesse interim, discutimos se aliar-se ao “Centrão” significa aderir à velha política, como se governar sozinho fosse possível. Do outro lado, todo o espectro de partidos políticos, da extrema-direita à extrema-esquerda, aliados à cúpula do Judiciário e a outros entes da sociedade, eivados de corruptos e aproveitadores carentes da teta entupida, tramam velada ou abertamente para derrubar o governo agora ou evitar a sua reeleição em 2022. 
 
Basta ver o número crescente de admiradores das urnas eletrônicas e as manobras que estão sendo urdidas para sepultar a esperança dos eleitores de verem seu voto soberano prevalecer. 
 
A eleição fraudada será a cartada final, se falharem os golpes de estado em andamento ou se nenhum novo atentado contra a vida do Presidente for desfechado, já que chances para isso ele oferece diariamente e os incentivos aos postulantes a “Adelio” são formulados constantemente nas redes sociais, sem qualquer reação jurídica. Além disso, proteção judicial ao eventual aventureiro é assegurada pelos “garantistas” de toga.
 
Dirceu, Lula, Stédile, Gleisi, Lindberg, Celso de Mello, Aziz, Renan, Freixo, Gilmar, a imprensa, enfim, uma infinidade de parlamentares, juristas e instituições, interessados na volta do sistema que os financiava, infringem diariamente dispositivos legais por palavras e atos. Alguns, inclusive, lesando ou expondo a perigo de lesão o regime representativo e democrático, o Estado de Direito e a pessoa do chefe do Poder Executivo, conceito esse explícito na Lei de Segurança Nacional, e nenhuma medida coercitiva é adotada.
 
O descrédito pelo inimigo de uma reação institucional chegou a tal ponto que bandidos investidos de poder judicial para compor uma Comissão de Inquérito desmoralizada pela qualidade ética e intelectual dos seus integrantes, forjada com objetivos específicos e intenções preconcebidas, ignoram as leis que eles próprios propuseram e aprovaram para ameaçarem seguidamente convocar e prender o Presidente da República por algo intangível que não conseguem materializar.
 
A Lei nº 7.170, de 14 de dezembro de 1983, define como crimes contra a segurança nacional, em seu Art. 23, incitar a subversão da ordem política ou social, com pena prevista de reclusão, de 1 a 4 anos.
 
O crime tipificado nesse artigo da Lei de Segurança Nacional foi cometido sem o menor constrangimento e gravado em vídeo pelo próprio autor, senador Randolfe Rodrigues, durante uma “live” do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, onde conspirou claramente contra o governo Bolsonaro, ao incitar os militantes daquele movimento social, incentivando-os a “irem para as ruas e colocar fim neste governo. É uma tarefa civilizatória para todos nós. Quero encontrar os companheiros e companheiras nas ruas até o fim deste governo”.
 
Atendendo a essa incitação explícita, vândalos esquerdistas foram para as ruas no último sábado em São Paulo e praticaram atos terroristas, atirando fogos de artifício contra profissionais da imprensa; ateando fogo em pontos de ônibus; quebrando vidros de agências bancárias com caixas eletrônicos; incendiando a estátua que homenageia o bandeirante Manuel de Borba Gato; e entrando em confronto com as forças policiais.
 
Se nada for feito contra esse contraventor, que cometeu claramente um crime previsto na Lei de Segurança Nacional, em breve estaremos assistindo a uma escalada da violência que passará por atos de desobediência civil semelhantes aos ocorridos em 2013, podendo desencadear graves distúrbios da lei e da ordem, similares aos registrados no início da década de 1960.
 
BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS.

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