30/04/2017 às 18h45min - Atualizada em 30/04/2017 às 18h45min

Sandra Faraj: Sem retaguarda para evitar uma possível cassação

Na eleição da Presidência da Casa, Sandra traiu o grupo liderado por Agaciel Maia para conseguir um lugar na mesa diretora da Casa, a primeira secretaria, o que deu a vitória a Joe Valle. Em seguida, a distrital virou as costas para o acordo que garantiria o comando da Comissão de Constituição e Justiça para Celina Leão.

Correio Braziliense
 
 

A Operação Heméra, deflagrada pelo Ministério Público do DF na última quinta-feira, deixou a deputada Sandra Faraj (SD) em uma situação complicada na Câmara Legislativa. Investigada por corrupção, a distrital ainda não responde a uma denúncia, como os colegas que se tornaram réus na Operação Drácon. Mas está bem mais na berlinda. Motivo: o descumprimento de acordos vale muito no “código de conduta” dos políticos. Na eleição da Presidência da Casa, Sandra traiu o grupo liderado por Agaciel Maia (PR) para conseguir um lugar na mesa diretora da Casa, a primeira secretaria, o que deu a vitória a Joe Valle (PDT). Em seguida, a distrital virou as costas para o acordo que garantiria o comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para Celina Leão (PPS). Ficou mal com os dois lados e sem retaguarda para evitar uma possível cassação, caso as denúncias se agravem. 

 

Capítulos repetidos

 

Manoel Carneiro, uma das principais testemunhas contra a deputada Sandra Faraj (SD), parece repetir capítulos de sua história. Ex-chefe de gabinete da distrital, ele criou a crise que desestabilizou o mandato dela. O mesmo aconteceu há mais de 10 anos, quando deixou de ser o braço direito da então deputada Eurides Brito (PMDB) para denunciar supostos esquemas na Secretaria de Educação que teriam sido patrocinados por ela. 

 

 

A Operação Heméra, deflagrada pelo Ministério Público do DF na última quinta-feira, deixou a deputada Sandra Faraj (SD) em uma situação complicada na Câmara Legislativa. Investigada por corrupção, a distrital ainda não responde a uma denúncia, como os colegas que se tornaram réus na Operação Drácon. Mas está bem mais na berlinda. Motivo: o descumprimento de acordos vale muito no “código de conduta” dos políticos. Na eleição da Presidência da Casa, Sandra traiu o grupo liderado por Agaciel Maia (PR) para conseguir um lugar na mesa diretora da Casa, a primeira secretaria, o que deu a vitória a Joe Valle (PDT). Em seguida, a distrital virou as costas para o acordo que garantiria o comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para Celina Leão (PPS). Ficou mal com os dois lados e sem retaguarda para evitar uma possível cassação, caso as denúncias se agravem. 

 

Capítulos repetidos

 

Manoel Carneiro, uma das principais testemunhas contra a deputada Sandra Faraj (SD), parece repetir capítulos de sua história. Ex-chefe de gabinete da distrital, ele criou a crise que desestabilizou o mandato dela. O mesmo aconteceu há mais de 10 anos, quando deixou de ser o braço direito da então deputada Eurides Brito (PMDB) para denunciar supostos esquemas na Secretaria de Educação que teriam sido patrocinados por ela. 


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