Avaliação do governo federal:
Positiva: 28,7% -- a soma de ótimo (9,3%) e bom (19,4%)
Regular: 26,3%
Negativa: 44% -- a soma de ruim (12%) e péssimo (32%)
Não sabe/não respondeu: 1%.
A avaliação positiva atingiu a mínima deste mandato. Na rodada anterior, era de 35%.
Metodologia da pesquisa: contratado pela CNT (Confederação Nacional de Transporte), o instituto MDA fez 2.002 entrevistas presenciais e domiciliares entre os dias 19 e 23 de fevereiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Governo Lula tem pior avaliação que o de Bolsonaro no mesmo ponto do mandato. Com dois anos de governo, em fevereiro de 2021, Bolsonaro tinha 36% de avaliação negativa (Lula tem 44% agora).
Comparação com os mandatos anteriores de Lula: maior parte dos entrevistados tinha avaliação positiva do governo nas duas primeiras administrações de Lula, após dois anos de governo. Em fevereiro de 2005, Lula tinha 42% de avaliações positivas, 40% regulares e 14% negativas, e em março de 2009, 62% de avaliações positivas, 29% regulares e 8% negativas.
Resultados da pesquisa estão alinhados com o mostrado pelo Datafolha. No último dia 14, o instituto mostrou que a aprovação do presidente desabou nos últimos dois meses e chegou a 24%.
Maioria desaprova desempenho pessoal do presidente
O instituto também mediu a avaliação dos entrevistados sobre o desempenho pessoal de Lula à frente do governo. A desaprovação atingiu 55%, ponto máximo deste mandato, nove pontos percentuais a mais do que na rodada anterior.
Avaliação pessoal de Lula
Aprova: 40,5% (era 50% em novembro de 2024)
Desaprova: 55,3% (era 46%)
Não sabe/não respondeu: 4,2% (era 5%).
Maioria disse que petista não merece reeleição. Essa foi a resposta de 64,8% dos entrevistados, contra 31,7% que acharam que o presidente merece governar o país por mais quatro anos, após 2026.
Idade não é o fator preponderante. A maior parte dos respondentes (43,6%) falou que a idade do presidente, que terá 81 anos em 2026, não é um fator relevante para a avaliação do voto. 36,2% disseram que é um problema, porque preferem líderes mais jovens, e 17,3%, que a idade é uma vantagem, porque valorizam líderes mais experientes. 2,9% disseram que não sabiam, ou não responderam