03/11/2016 às 08h55min - Atualizada em 03/11/2016 às 08h55min

Teori esculhamba tática de Lula e lembra que o STF sabe tudo sobre seu esquema na Petrobras

Imprensa Viva
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, parece ter perdido a paciência com as inúmeras ações do ex­presidente Lula apresentadas na Corte para tentar fugir do juiz Sérgio Moro. Na decisão na qual negou um pedido do petista, Teori afirmou que o recurso apresentado pelo ex­presidente é "mais uma das diversas tentativas da defesa de embaraçar as apurações" da Operação Lava Jato. Na referida ação, Lula pedia mais uma vez que três inquéritos que estão em Curitiba sob os cuidados de Moro fossem suspensos e enviados à Suprema Corte. Impaciente com a insistência da defesa de Lula em livrá­lo da primeira instância, o ministro do Supremo afirmou que a ação se trata de "insistência do reclamante", ou seja Lula, em dar "contornos de ilegalidade, como se isso fosse a regra" aos atos do juiz de primeira instância. Foi o próprio Teori que enviou os inquéritos contra o petista para o juiz Sérgio Moro. Como que para colocar um fim na novela de Lula e em suas tentativas de "embaraçar as apurações, Teori Zavascki fez questão de lembrá­lo que o STF tem "amplo conhecimento" sobre os processos que tramitam sobre a Lava Jato e as fraudes na Petrobras. " ", afirmou o ministro. Apesar de esses argumentos serem objeto de análise naqueles autos, tal quadro revela a insistência do reclamante em dar aos procedimentos investigatórios contornos de ilegalidade, como se isso fosse a regra. Nesse contexto,  é importante destacar que esta Corte possui amplo conhecimento dos processos (inquéritos e ações penais) que buscam investigar supostos crimes praticados no âmbito da Petrobras,  com seus contornos e suas limitações, de modo que os argumentos agora trazidos nesta reclamação constituem mais uma das diversas tentativas da defesa de embaraçar as apurações é importante destacar que esta Corte possui amplo conhecimento dos processos (inquéritos e ações penais) que buscam investigar supostos crimes praticados no âmbito da Petrobras
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