31/03/2018 às 12h07min - Atualizada em 31/03/2018 às 12h07min

​A máscara de Michel finalmente caiu.

Victoria A. Bacon
Victoria A. Bacon


A situação atual que o presidente Michel Temer enfrenta; a pior de toda crise política da República deu o seu próprio discurso de posse em agosto de 2016, o presidente Temer está cada vez mais acuado e parece dar sinais de fraqueza e desestabilidade. O último acontecimento envolvendo amigos próximos mostraram o quanto Michel Temer em seu Bunker é pego em crimes praticados  desde que assumiu a presidência da Câmara dos Deputados em 1998. Temer é o símbolo máximo da imoralidade definida como "cara de pau" de um líder político. Temer leva um currículo que coloca o seu primogênito como figura de gozação e escárnio. Temer nunca foi liderança política alguma. Sua pseudo liderança se deu em acordos escusos e duvidosos para conseguir captar o máximo de poder em sua volta. Temer destrói aos poucos a bela história construída com luta pelo MDB de guerra. Como estariam hoje os que passaram pelo MDB como Ulisses Guimarães, Franco Montoro, José Richa, Teotônio Vilela, Tancredo Neves; enfim aqueles que eram realmente a boa safra da política e de se fazer política. Michel Temer com todo esse escárnio político dele e de seus amigos aprofunda ainda mais a crise que o Brasil atravessa em todas as vertentes. Temer atingiu o perigoso estágio da amoralidade imperial. O "presidente" atingiu o perigoso estágio da amoralidade Imperial. Acha que não deve nada a ninguém. Temer exagera no cinismo e a essa altura dos acontecimentos trocar valores éticos por ajustes na economia equivaleria a atualização do velho "rouba mas faz".  O Brasil merece um destino diferente. Esperamos que Michel tenha o mesmo destino de Cabral e outros; digo o Cabral do Rio de Janeiro aquele que é tão cínico quanto Michel Temer.


31 de março de 2018.
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