01/08/2018 às 13h53min - Atualizada em 01/08/2018 às 13h53min

Ari Cunha, fundador do Correio, é velado no Cemitério Campo da Esperança

Aos 91 anos, Ari se despediu de Brasília, cidade onde ele ajudou a disseminar o jornalismo

Correio Braziliense
Familiares e amigos de Ari Cunha, 91 anos, se reúnem no Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul para prestar às últimas homenagens ao fundador do Correio Braziliense. Jornalista, colunista e vice-presidente institucional do jornal, Ari faleceu nessa terça-feira (31/7), após sofrer falência múltipla de órgãos devido à idade e às condições de saúde dele. O velório começou às 9h, na capela 6, e o sepultamento está previsto para ocorrer às 17h. 
 
No cemitério, o clima é de nostalgia. Colegas de trabalho, filhos e netos se abraçam e alguns conversam sobre o legado que Ari deixou na cidade e, principalmente, no jornalismo. Para o neto mais velho, Marcelo Cunha, 46, o avô tinha um humor especial: severo, mas muito carinhoso. “Ele sempre incentivava a gente aos estudos e nos mostrava as coisas boas da vida”, conta. 
 
Marcelo morava com o Ari no Lago Norte. Ele conta que a família costumava se reunir aos domingos para fazer um almoço. “Essas reuniões, que ele adorava, estão nos dando força e nos mantendo unidos nesse momento tão difícil”, comenta. De acordo com ele, o avô gostava de ler, cozinhar e viajar. 
 
Por volta das 9h30, havia mais de 30 pessoas na capela. O número de presentes começa a crescer com o passar  do dia. No lugar da tristeza, os presentes preferem se apegar às lembranças boas do vice-presidente institucional do Correio.

 

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