10/10/2018 às 07h20min - Atualizada em 10/10/2018 às 07h20min

Caso de Alexandre Frota mostra como os petistas podem ser preconceituosos

José Carlos Werneck
Blog do Andrade Junior
Os petistas estão criticando, através de postagens no Facebook, o agora deputado eleito Alexandre Frota, dizendo que ele foi motorista do aplicativo Uber. Nunca pensei que pessoas que se dizem defensoras das classes trabalhadoras fossem capazes defazer comentários elitistas como esses.
O desespero com a votação estrondosa de Jair Bolsonaro no primeiro turno e o desempenho sofrível de Fernando Haddad, o estafeta de Lula, está fazendo com que os petistas se deixem levar, cadavez mais, por um ódio e rancor sem limites. Logo eles, que classificavam seus oponentes de “preconceituosos e fascistas”.
É DEPRIMENTE – Que coisa mais feia e deprimente é debochar de alguém por desempenhar uma função que eles consideram menos nobre.
Realmente, esses petistas deveriam repensar o que disseram, num momento de ódio incontido. Poderiam criticar Alexandre Frota com outros argumentos, mas ironizar uma pessoa por desempenhar uma função digna e honesta, dando a entender, com deboche, que um motorista do Uber não pode ser deputado, é realmente um preconceito hediondo.
Num Brasil que teve a economia arrasada e em que o PT, chefiado por Lula, roubou tanto, existe hoje muita gente com curso superior completo que está trabalhando como Uber ou vendendo quentinhas para poder pagar suas contas no fim do mês.

Qualquer trabalho digno é honesto e deve ser respeitado. Feio é roubar, como fizeram Lula e vários de seus seguidores, enchendo os bolsos com recursos públicos, que eram do povo!
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