09/04/2019 às 11h15min - Atualizada em 09/04/2019 às 11h15min

DAVI ALCALHEIROS: MAIS DO MESMO?

MAJOR - BRIGADEIRO JAIME RODRIGUES SANCHEZ
MAJOR-BRIGADEIRO JAIME RODRIGUES SANCHEZ
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O Presidente do Senado Davi Alcolumbre arquivou pela segunda vez o pedido de instalação da CPI do judiciário, a chamada lava-toga. Fatores políticos e policiais envolvem essa polêmica atitude.
A Presidência do Senado Federal é um dos cargos basilares da cadeia de comando nacional, pois além de estar na linha de sucessão da Presidência da República, exerce a presidência do Congresso Nacional que tem, entre outras importantes atribuições, dar posse ao Presidente e ao Vice-Presidente da República; promulgar emendas à Constituição; discutir e votar o Orçamento; e delegar ao Presidente da República poderes para legislar. Não é pouca coisa e não pode estar a cargo de qualquer um. A liderança de um grupo dessa natureza exige atributos pessoais específicos, experiência política e ascendência sobre seus pares. Desde o primeiro momento, em suas intervenções na direção da mesa, não pude perceber nenhuma dessas características no Senador Alcolumbre.
Durante os governos militares, tivemos na presidência da Casa Senadores do porte de Petrônio Portella, Magalhães Pinto e Jarbas Passarinho.
Já após o que a esquerda e a mídia apavorada chamam de “redemocratização”, assumiram aquela presidência políticos do naipe (ou da laia?) de José Sarney (3 mandatos), Jader Barbalho, Edison Lobão, Renan Calheiros (3 mandatos), Garibaldi Alves, Eunício de Oliveira, entre outros. Qualquer semelhança com a relação dos denunciados na lava-jato é mera coincidência. (será?!)
Ficou marcada para sempre em minha memória, a imagem do “Presidente Renan Calhorda” chacoalhando sobre a cabeça a Constituição Federal, bradando a seguinte pérola: “TEMOS QUE SER HUMANOS!”, lembram-se? Pedia a não cassação dos diretos políticos da Presidenta, ao final do seu processo de impeachment.
Essa lista deixa patente a diferença de padrão ético entre os dois períodos de governo, mas demonstra, sobejamente, a dimensão política necessária aos ocupantes do cargo.
O Senado Federal é um ninho de cobras; umas venenosas, outras domesticadas, mas todas “criadas”.
Por que será que os predadores elegeram um camundongo para comandá-los?
Estaria o novo Presidente seguindo os passos do seu antecessor, caracterizando uma espécie de “mais do mesmo”? Essa expressão é o que o nosso Presidente batizou de “VELHA POLÍTICA”.
Alcolumbre conseguiu chegar à Presidência do Senado ao vencer, com 42 votos, uma eleição marcada por polêmicas e tentativa de trapaça, que já seria o prenúncio do que poderemos ter pela frente.
Em 2017, votou para derrubar a decisão do STF que afastaria o Senador Aécio Neve; votou a favor do reajuste para os ministros do STF, que indiretamente o beneficiaria; agora, na primeira atuação em assunto relevante de interesse da sociedade, trouxe grande apreensão sobre o que poderá ser o seu mandato.
Alvo de duas investigações no Supremo e agindo à semelhança dos togados daquela casa, determinou o arquivamento do pedido de instalação da CPI do judiciário e recorreu, ele mesmo, da sua decisão, para levá-la a votação no plenário, após ouvida a Comissão de Constituição e Justiça.
O Congresso Nacional teve uma renovação recorde em seus quadros, trazendo à sociedade esperança renovada de que o Brasil consiga se reerguer, voltando a oferecer trabalho e conforto à sua gente, retomando seu lugar de destaque no cenário internacional e devolvendo ao povo o orgulho de dizer: SOU BRASILEIRO!
Para isso, é essencial o engajamento de todos os setores da sociedade, civil e militar, continuamente, por todos os meios de pressão disponíveis, para exigir que aqueles que foram colocados no Congresso Nacional pelo nosso voto cumpram a obrigação de atuar no interesse do Brasil e não no seu próprio ou de terceiros que os beneficiem ou protejam.
BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS.
Enviado do meu iPhone
-------- Mensagem original --------De: jaime sanchez <jsanchez6564@hotmail.com> Data: 09/04/19  08:18  (GMT-03:00) Para: correiodesantamaria@yahoo.com.br Assunto: DAVI ALCALHEIROS: MAIS DO MESMO? 

Bom dia, amigos. Temos que insistir à exaustão.
MAJOR-BRIGADEIRO JAIME RODRIGUES SANCHEZ
DAVI ALCALHEIROS: MAIS DO MESMO?
O Presidente do Senado Davi Alcolumbre arquivou pela segunda vez o pedido de instalação da CPI do judiciário, a chamada lava-toga. Fatores políticos e policiais envolvem essa polêmica atitude.
A Presidência do Senado Federal é um dos cargos basilares da cadeia de comando nacional, pois além de estar na linha de sucessão da Presidência da República, exerce a presidência do Congresso Nacional que tem, entre outras importantes atribuições, dar posse ao Presidente e ao Vice-Presidente da República; promulgar emendas à Constituição; discutir e votar o Orçamento; e delegar ao Presidente da República poderes para legislar. Não é pouca coisa e não pode estar a cargo de qualquer um. A liderança de um grupo dessa natureza exige atributos pessoais específicos, experiência política e ascendência sobre seus pares. Desde o primeiro momento, em suas intervenções na direção da mesa, não pude perceber nenhuma dessas características no Senador Alcolumbre.
Durante os governos militares, tivemos na presidência da Casa Senadores do porte de Petrônio Portella, Magalhães Pinto e Jarbas Passarinho.
Já após o que a esquerda e a mídia apavorada chamam de “redemocratização”, assumiram aquela presidência políticos do naipe (ou da laia?) de José Sarney (3 mandatos), Jader Barbalho, Edison Lobão, Renan Calheiros (3 mandatos), Garibaldi Alves, Eunício de Oliveira, entre outros. Qualquer semelhança com a relação dos denunciados na lava-jato é mera coincidência. (será?!)
Ficou marcada para sempre em minha memória, a imagem do “Presidente Renan Calhorda” chacoalhando sobre a cabeça a Constituição Federal, bradando a seguinte pérola: “TEMOS QUE SER HUMANOS!”, lembram-se? Pedia a não cassação dos diretos políticos da Presidenta, ao final do seu processo de impeachment.
Essa lista deixa patente a diferença de padrão ético entre os dois períodos de governo, mas demonstra, sobejamente, a dimensão política necessária aos ocupantes do cargo.
O Senado Federal é um ninho de cobras; umas venenosas, outras domesticadas, mas todas “criadas”.
Por que será que os predadores elegeram um camundongo para comandá-los?
Estaria o novo Presidente seguindo os passos do seu antecessor, caracterizando uma espécie de “mais do mesmo”? Essa expressão é o que o nosso Presidente batizou de “VELHA POLÍTICA”.
Alcolumbre conseguiu chegar à Presidência do Senado ao vencer, com 42 votos, uma eleição marcada por polêmicas e tentativa de trapaça, que já seria o prenúncio do que poderemos ter pela frente.
Em 2017, votou para derrubar a decisão do STF que afastaria o Senador Aécio Neve; votou a favor do reajuste para os ministros do STF, que indiretamente o beneficiaria; agora, na primeira atuação em assunto relevante de interesse da sociedade, trouxe grande apreensão sobre o que poderá ser o seu mandato.
Alvo de duas investigações no Supremo e agindo à semelhança dos togados daquela casa, determinou o arquivamento do pedido de instalação da CPI do judiciário e recorreu, ele mesmo, da sua decisão, para levá-la a votação no plenário, após ouvida a Comissão de Constituição e Justiça.
O Congresso Nacional teve uma renovação recorde em seus quadros, trazendo à sociedade esperança renovada de que o Brasil consiga se reerguer, voltando a oferecer trabalho e conforto à sua gente, retomando seu lugar de destaque no cenário internacional e devolvendo ao povo o orgulho de dizer: SOU BRASILEIRO!
Para isso, é essencial o engajamento de todos os setores da sociedade, civil e militar, continuamente, por todos os meios de pressão disponíveis, para exigir que aqueles que foram colocados no Congresso Nacional pelo nosso voto cumpram a obrigação de atuar no interesse do Brasil e não no seu próprio ou de terceiros que os beneficiem ou protejam.
BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS.
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