Novo CAPS 24h no Gama
O Governo do Distrito Federal (GDF) está construindo um novo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) no Gama, com investimento de R$ 3,5 milhões. A unidade, que atenderá casos de transtornos mentais graves, está em fase final de obras no Setor Norte.
Funcionamento e Atendimento
A infraestrutura principal já está instalada, incluindo redes de água, gás, energia e telecomunicações. O Caps funcionará 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana e feriados, para adultos a partir dos 18 anos. O atendimento contará com leitos de acolhimento breve para estabilização clínica.
Declarações
Fernanda Falcomer, subsecretária de Saúde Mental da SES-DF, afirmou que a nova unidade demonstra o compromisso do governo com a ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (Raps). Ângela Alves, diretora regional de Atenção Secundária da Região Sul, explica que a implantação do Caps no Gama vem para somar à Rede de Atenção Psicossocial da região. Ruber Paulo de Oliveira Gomes, diretor do Hospital Regional do Gama (HRG), lembra que o serviço atende uma demanda antiga.
Estrutura e Serviços
O projeto prevê 740 metros quadrados de área edificada, com espaços de atendimento individual, salas coletivas, refeitório, farmácia, áreas externas de convivência e acessibilidade integral. A equipe será multidisciplinar, formada por psiquiatras, psicólogos, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais, entre outros profissionais.
Impacto na Região
Loiane Cabral, diretora administrativa da Região Sul de Saúde, destaca o caráter humanizado das instalações. Pedro Henrique Florêncio Alves, engenheiro responsável pela obra, confirma que o projeto tem diferenciais para promover o melhor acolhimento possível aos pacientes.
Rede de Atenção
A Região de Saúde Sul já conta com um Caps voltado ao tratamento de álcool e outras drogas, em Santa Maria, que funciona em horário comercial. O Distrito Federal possui hoje 18 centros psicossociais em funcionamento, em diferentes modalidades.
A previsão é que, após a conclusão das obras, seja iniciado o processo de contratação das equipes e definição dos fluxos internos de cuidado. Com isso, o GDF projeta ampliar o suporte em saúde mental na Região Sul.








