O Paris Saint-Germain vive um impasse com o maior nome do projeto atual do clube. Ousmane Dembélé, eleito o Bola de Ouro da última temporada, fez exigências salariais altas para avançar nas conversas pela renovação de contrato com o time francês. Rumores apontam que a pedida de aumento gira em torno de 60 milhões de euros (aproximadamente R$ 375 milhões).
Apesar das dificuldades pelas exigências do atacante, as partes do negócio estão dispostas a cooperar e chegar a um acordo. O PSG entende que as chances de anunciar uma renovação antes do fim da temporada são mínimas, e uma possível extensão do vínculo só deve ser estabelecida no meio do ano.
Recentemente, em comentário ao Canal+, da França, o presidente do PSG, Nasser Al-Khelaifi, foi sincero ao comentar o impasse pela renovação de Dembélé. “Temos um teto salarial”, afirmou o mandatário, indicando que o time não fará loucuras financeiras para manter o atacante.
O PSG planeja propor o mesmo modelo de contrato aceito em outras renovações, como nos casos de Fabián Ruiz e William Pacho. A ideia é que o salário base esteja atrelado a variáveis de desempenho, números e títulos. Desta forma, o aumento significativo não é automático, mas pode acontecer caso o atleta mantenha o nível de entrega ao clube.
Apesar do modelo ter funcionado com outros nomes do elenco, a estratégia pode não ser efetiva com Dembélé. De acordo com o periódico francês L’Équipe, o estafe do jogador já havia solicitado um aumento significativo antes das atuais extensões de vínculo no clube, o que pode gerar um atrito entre as partes.








