O confronto começou quente desde o início. O juiz Flávio Rodrigues de Souza deixou o jogo correr e logo depois dos primeiros minutos teve de se impor para não perder o controle da situação. Foram quatro cartões amarelos só na primeira etapa. Ynaiã poderia ter tomado o vermelho nos acréscimos por solar a parte de trás do joelho de Vitinho. Ficou barato.
Na primeira etapa, os dois times apostaram em estratégias diferentes. Ambos encontraram do lado oposto um forte setor. A equipe visitante praticamente não pisou na área adversária. Então, restou para o Corinthians explorar as bolas de fora da área. Foram no mínimo quatro oportunidades de arremates de fora da área, com Vitinho, André, Charles e Gui Negão. O goleiro Marcelo Carné teve de trabalhar bastante nesse sentido.
Do outro lado, a bola aérea ameaçou bastante o goleiro Hugo Souza. Foram dessas situações as melhores chances do Velo Clube, que ganhou praticamente todas pelo alto. O Corinthians claramente sentiu falta de Gustavo Henrique com seus 1,96 de altura.
Os dois times voltaram iguais dos vestiários e pouca coisa mudou dentro de campo, com poucas oportunidades de ambos os lados. A pausa para hidratação aconteceu e Dorival Júnior se viu obrigado a mexer no time, pois um empate não seria nada bom.
O técnico corintiano promoveu Yuri Alberto, Raniele e Matheuzinho para as vagas de Matheus Pereira, Charles e Milans, respectivamente. O Velo também mexeu e colocou Karl e Adriano Júnior nos lugares de Luiz Otávio e Sillas. E foi justamente Adriano Júnior quem assustou logo depois da parada, com um cabeceio depois de cobrança de falta.
A melhor oportunidade da segunda etapa veio com Gui Negão, que recebeu belo passe de Vitinho dentro da área. O centroavante fez a proteção, girou sobre os defensores, mas Marcelo Carné evitou o pior no momento exato. Mais alterações foram feitas e o roteiro do duelo se seguiu inalterado até quase o final.







