Cristiano Ronaldo está com os dias contados no futebol saudita. O atacante está insatisfeito com a situação no Al Nassr e deve deixar o time em junho, ao final da temporada regular. Entre os possíveis destinos do português está a Major League Soccer (MLS), dos Estados Unidos, atual liga em que Messi joga.
O contrato de Cristiano Ronaldo com o clube saudita possui cláusula de rescisão avalidada em 50 milhões de euros. De acordo com o periódico português Record, CR7 também avalia deixar o Al Nassr para um possível retorno ao futebol europeu.
Por trás da revolta de Cristiano está a insatisfação com decisões do Fundo de Investimento Público (PIF), que controla os principais clubes do país. A origem do conflito está na forma como o PIF, órgão estatal responsável por financiar e administrar parte da Saudi Pro League, tem conduzido seus investimentos.
Nos bastidores, o fundo discute uma mudança de estratégia após projetos bilionários fora do futebol não entregarem os resultados esperados.
Este novo “cálculo de rota” impacta diretamente os clubes. A redução de aportes e a indefinição sobre o futuro do controle estatal criaram um ambiente de insegurança, sobretudo entre jogadores que chegaram ao país com promessas de elencos competitivos e protagonismo esportivo.
Esse cenário é o principal motivo da revolta de Cristiano Ronaldo. No Al-Nassr, o português entende que o clube não recebe o mesmo respaldo institucional do Al-Hilal, rival do clube, e cobra tratamento mais igualitário por parte do fundo e da liga saudita.
Desde que chegou ao país, em 2023, Cristiano ainda não conquistou títulos relevantes e acredita que a falta de equilíbrio no projeto esportivo impede o Al-Nassr de competir em alto nível.








