“As deepfakes estão sendo usadas como arma por criminosos para fraudar o público, explorar mulheres e meninas e minar a confiança no que vemos e ouvimos”, disse a ministra da Tecnologia, Liz Kendall, em um comunicado.
GOVERNOS SÃO LEVADOS A AGIR
O governo britânico afirmou que a estrutura avaliará como a tecnologia pode ser usada para analisar, compreender e detectar deepfakes prejudiciais, independentemente da sua origem, testando tecnologias de detecção contra ameaças do mundo real, como abuso sexual, fraude e falsificação de identidade.
Isso ajudaria o governo e as autoridades policiais a obterem um melhor conhecimento sobre onde ainda existem lacunas na detecção, afirmou o governo, acrescentando que a estrutura seria usada para definir expectativas claras para as indústrias em relação aos padrões de detecção de deepfakes.
Estima-se que 8 milhões de deepfakes foram compartilhados em 2025, um aumento em relação aos 500 mil em 2023, de acordo com dados do governo britânico.
Governos e órgãos reguladores em todo o mundo, que lutam para acompanhar a rápida evolução da tecnologia de IA, foram levados a agir este ano, após a descoberta de que o chatbot Grok, do bilionário Elon Musk, gerava imagens sexualizadas não consensuais de pessoas, incluindo crianças.








