CRIME
Crime aconteceu na madrugada do dia 15 de fevereiro de 2026 no shopping Passeio das Águas, em Goiânia. Criminoso levou R$ 1 milhão em joias
Ladrão de joias planejou crime em Goiânia por cinco meses (Foto: Reprodução)
O ladrão que passou a madrugada de domingo (15/2) furtando peças em uma joalheria de um shopping de Goiânia se preparou para o crime durante cinco meses. A informação foi confirmada com exclusividade ao Mais Goiás por fontes ligadas à Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam).
De primeiro nome Elisson, o suspeito, que confessou o crime, foi detido pela corporação na manhã desta terça-feira (17/2), em Santo Antônio do Descoberto. Quando abordado, ele estava com uma corrente de ouro, e três relógios furtados.
Em depoimento prestado aos PMs, Elisson disse que vendeu as peças levadas, avaliadas em mais de R$ 1 milhão, por somente R$ 56 mil no Shopping dos Importados, em Brasília (DF). Ele também contou que planejou o crime durante cinco meses, e que esteve várias vezes no Shopping Passeio das Águas monitorando o movimento, e o funcionamento da joalheria.
O funcionário de uma ótica, segundo ele, foi quem deu apoio ao arrombamento, permitindo que ele entrasse alguns minutos após o fechamento do shopping, e passasse a noite e madrugada no local. De acordo com a Rotam, Elisson já tem antecedentes criminais por furto, roubo, e uso de drogas em Goiás, e no Distrito Federal.
Criminoso teve ajuda para acessar joalheria
O ladrão que furtou uma joalheria dentro do Passeio das Águas Shopping teve ajuda de um funcionário de uma ótica vizinha, segundo informou a Polícia Militar de Goiás.
Imagens de câmeras de segurança mostram que, pouco depois das 22h de sábado (14/2), um homem com mochila se abaixa e entra na ótica, que estava quase totalmente fechada. Em seguida, ele teria arrombado uma parede para acessar a joalheria, de onde foram levadas joias e acessórios avaliados em mais de R$ 1 milhão.
Segundo o tenente Rames Bandeira, inicialmente a polícia suspeitou de clonagem do controle da porta, mas o próprio preso relatou que pagou R$ 10 mil a um funcionário para entrar no estabelecimento e sair na manhã seguinte, pouco antes da abertura do shopping. O nome do colaborador foi repassado à Polícia Civil de Goiás, responsável pela investigação.








