Terça-feira, 24/02/26

GDF planta mais de 300 mudas para recuperar área ambiental em Sobradinho

GDF planta mais de 300 mudas para recuperar área ambiental em Sobradinho
GDF planta mais de 300 mudas para recuperar área ambiental – Reprodução

A Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), em parceria com a Associação SOS Ribeirão Sobradinho, plantou mais de 300 mudas de espécies nativas do Cerrado no Parque Ecológico Canela de Ema, em Sobradinho, no último sábado (21).

A ação contou com a participação da comunidade e faz parte de medidas para recuperar a área ambiental e proteger os recursos hídricos da bacia do Ribeirão Sobradinho. Antes do plantio, um mutirão de limpeza foi realizado em 7 de fevereiro no Jardim do Refúgio, no Canela de Ema, para preparar os locais destinados às mudas.

As iniciativas integram o projeto Viveiro Educativo, formalizado pelo Termo de Fomento MROSC nº 03/2025. O projeto inclui atividades de educação ambiental, recuperação de áreas degradadas e mobilização comunitária para preservar a bacia do Ribeirão Sobradinho.

“O Viveiro Educativo integra educação ambiental e restauração ecológica, fortalecendo o cuidado com as bacias hidrográficas e ampliando a participação da comunidade na proteção do território”, disse o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes.

O subsecretário de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos, Luciano Miguel, destacou a atuação técnica das equipes: “A integração das áreas técnicas permite avançar na recuperação ambiental e fortalecer as iniciativas de gestão das águas e resíduos sólidos, com foco na sustentabilidade e na participação social”.

A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, comentou: “É um projeto muito importante que reforça a importância de o poder público e a população caminharem juntos na proteção do meio ambiente. É sustentabilidade e melhoria da qualidade de vida no presente e no futuro.”

O Parque Ecológico Canela de Ema fica entre Sobradinho II e o Setor de Condomínios, abrigando lagoa, regiões brejosas e cerrado de altitude, com formações como campos de murundus e buritizais. A área serve de refúgio para espécies da fauna do Cerrado.

Além dos mutirões, o projeto prevê a realização de um seminário de lançamento e oficinas educativas para ampliar o diálogo com a comunidade e incentivar o cuidado contínuo com o território.

Com informações da Sema-DF.

T LB

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