O fóssil, de um exemplar jovem de cerca de 2,45 m, tem aproximadamente 125 milhões de anos e preserva pele em nível celular, algo raríssimo. A nova espécie identificada foi batizada de Haolong dongi, em homenagem a Dong Zhiming, pioneiro da paleontologia chinesa.
Até esse fóssil vir à tona, não havia evidência de que dinossauros tivessem espinhos ocos desse tipo. Como o exemplar é um “jovem”, os cientistas ainda não podem confirmar se indivíduos adultos da espécie mantinham as mesmas estruturas ao amadurecer. “Serão necessárias mais descobertas para responder a essa questão”, diz o texto do Science Daily.
O que torna esse exemplar extraordinário não é apenas seu esqueleto, mas sua pele preservada. Tecidos moles raramente sobrevivem por milhões de anos, mas nesse caso até detalhes microscópicos perduraram.
Science Daily
Estruturas jamais observadas em dinossauros
A equipe conseguiu estudar o fóssil no nível celular. Eles utilizaram técnicas avançadas de imagem, como escaneamento por raio-X e análise histológica de alta resolução, que envolve examinar fatias ultrafinas de tecido ao microscópio.








