A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS adiou para a tarde desta quinta-feira (26), às 14h30, o depoimento do empresário Paulo Camisotti, filho e sócio de Maurício Camisotti, que está preso sob acusação de envolvimento em fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A reunião da CPMI teve início às 10h30 e, neste momento, está suspensa.
O deputado estadual do Maranhão Edson Cunha de Araújo e o advogado Cecílio Galvão, convocados para depor na mesma sessão, não compareceram. O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou que a comissão recorrerá à condução coercitiva para garantir o depoimento de Cecílio Galvão.
Viana explicou que Araújo foi desobrigado de comparecer por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, mas a presidência da CPMI contestará essa determinação. Quanto a Galvão, o advogado respondeu à convocação apenas na véspera, alegando compromissos profissionais que o impediriam de出席.








