CRÍTICAS
A corrida principal da MotoGP irá ocorrer neste domingo (22/03), em Goiânia
Autódromo de Goiânia.(Foto: divulgação/Governo de Goiás)
Em seu retorno ao calendário da MotoGP, o Autódromo de Goiânia revelou alguns problemas nos últimos dias. Além de pontos de alagamento durante as chuvas na capital, o local também apresentou, neste sábado (21/03), um buraco na pista, o que atrasou as atividades e a corrida sprint. Sobre esse cenário, o chefe da equipe Trackhouse, Davide Brivio, criticou a estrutura do circuito.
“Sinceramente, cheguei aqui e o circuito é muito bom. Os pilotos gostaram do traçado, é bem legal. Só que a preparação nos bastidores… talvez devessem ter marcado para um mês depois, ou o autódromo deveria ter começado as obras um pouco antes. É preciso tempo. Estou certo de que, no próximo ano, estará muito melhor e vamos curtir Goiânia, mas este ano talvez tenhamos chegado muito cedo em termos de preparação”, afirmou o dirigente ao site especializado Grande Prêmio.
“Chegamos aqui na quarta-feira e houve um grande alagamento. Uma água vermelha, com lama. Ficamos preocupados com as condições da pista, que poderia estar suja ou perigosa, então tememos isso”, comentou o chefe da equipe. Vale destacar que o Autódromo de Goiânia ainda tem alguns pontos com obras em finalização, porém o local foi liberado pela FIM para receber a MotoGP.
Ainda na entrevista, Davide Brivio destacou que os preparativos deveriam ter sido iniciados antes. “Agora é fácil falar, mas o circuito deveria ter iniciado a preparação um pouco antes. No próximo ano, estou certo de que estará melhor, terão uma ideia do que a MotoGP precisa em termos de estrutura e organização… Ainda não está no nível MotoGP”, finalizou.








