Após mudar de nome (era Facebook, virou Meta) e acumular prejuízos de US$ 80 bilhões em realidade virtual, a empresa de Mark Zuckerberg vai tirar da tomada a principal aposta no metaverso.
O Horizon World é um universo de realidade imersiva, as pessoas podiam socializar, jogar, trabalhar e interagir sob a forma de avatares.
Só que a coisa nunca pegou, e a audiência não passa de centenas de milhares, longe dos sucessos de Facebook, Instagram e WhatsApp. Com isso, o que era uma plataforma para para os óculos Quest vai virar um app móvel e, em junho, será desativado para o aparelho de VR.
T LB







