O caso, julgado em um tribunal de Santa Fe, é um dos primeiros relacionados a plataformas de redes sociais e à segurança infantil a chegar a um veredicto de júri.
A Meta afirmou que recorrerá da decisão.
“Respeitosamente, não concordamos com o veredicto e iremos recorrer”, disse um porta-voz da empresa.
“Trabalhamos arduamente para manter as pessoas seguras em nossas plataformas e somos claros sobre o quão complexo é identificar e remover agentes mal-intencionados ou conteúdos prejudiciais.”
Durante o julgamento, foram ouvidas 40 testemunhas, incluindo funcionários, e apresentados centenas de documentos, relatórios e e-mails.
Nas alegações finais, a advogada da acusação, Linda Singer, disse aos jurados que os algoritmos da Meta direcionavam adultos para conteúdos publicados por usuários adolescentes, enquanto a empresa ocultava descobertas internas sobre os riscos para os jovens.








