Essa mudança de plataforma está remodelando não apenas os produtos que criamos e os modelos de negócios que adotamos, mas também a nossa estrutura.
Satya Nadella, CEO global da Microsoft
Esta semana, a Meta anunciou o corte de 10% da equipe, o que representa cerca de 8.000 vagas. “Estamos fazendo isso como parte de nosso esforço contínuo para administrar a empresa com mais eficiência e para compensar os outros investimentos que estamos fazendo”, escreveu aos funcionários Janelle Gale, diretora de recursos humanos da Meta.
A empresa gastou US$ 72,2 bilhões em data centers e outras infraestruturas de IA em 2025. Esse valor deve subir para pelo menos US$ 115 bilhões em 2026, segundo o relatório de resultados da Meta divulgado em janeiro.
A Amazon eliminou 30 mil postos de trabalho em duas rodadas de demissões. No final de outubro, a empresa anunciou o corte de 14 mil funcionários. Em janeiro deste ano, outros 16 mil trabalhadores perderam o emprego. No ano passado, o presidente global da empresa, Andy Jassy, escreveu em uma postagem no blog para colaboradores que os ganhos de eficiência proporcionados pela tecnologia permitiriam à empresa reduzir seu quadro de funcionários.
A empresa de tecnologia financeira Block reduziu 40% da equipe no início deste ano. A empresa está demitindo mais de 4.000 pessoas, reduzindo seu quadro de funcionários para pouco menos de 6.000. A companhia alega que um grupo menor pode “fazer mais e fazer melhor” com o uso de ferramentas de IA.
Para especialistas, as maiores mudanças aconteceram no futuro. “Veremos mudanças nos próximos anos como resultado da IA”, afirmou ao jornal britânico The Guardian o professor da Universidade da Pensilvânia, Ethan Mollick, que estuda IA.
Ela já está mudando a programação. Portanto, mudará e transformará os empregos, mas ainda não sabemos quais serão as consequências para o mercado de trabalho.
Ethan Mollick, da Universidade da Pensilvânia







