Segundo o Executivo europeu, o Google reserva em grande parte estas funcionalidades a suas próprias ofertas de IA (como seu assistente Gemini) nos celulares e tablets que operam com Android.
O governo do presidente americano, Donald Trump, criticou a normativa DMA e outra sobre moderação de conteúdos, a Lei de Serviços Digitais, e acusou Bruxelas de atacar injustamente as empresas americanas.
A UE alega que as propostas para o Google “oferecerão aos usuários de Android de toda a UE uma variedade maior de serviços de inteligência artificial”.
Mas o Google se defende, dizendo que esta “intervenção injustificada” corre o risco de “aumentar desnecessariamente os custos, ao mesmo tempo em que mina as proteções fundamentais de privacidade e segurança para os usuários europeus”.
A mais recente medida da UE faz parte de suas conclusões preliminares de um processo iniciado em janeiro.
Não é uma investigação formal que possa resultar em multas, mas se Bruxelas não ficar satisfeita com os esforços do Google poderá concluir que a empresa descumpre o estabelecido.








