Para identificar artistas humanos, o Spotify levará em conta especialmente sua presença fora da plataforma, por meio de shows, produtos licenciados ou atividade em redes sociais.
A empresa também analisará as reproduções registradas por esses artistas e dará prioridade a um volume regular ao longo do tempo, em vez de picos de audiência.
Outro parâmetro será que esses músicos sejam alvo de buscas específicas, e não apenas beneficiários da recomendação de um algoritmo.
O Spotify adota, assim, uma abordagem inversa à de seu concorrente Deezer, que sinaliza os conteúdos gerados por IA.
“Na era da IA, é mais importante do que nunca poder confiar na autenticidade da música que você escuta”, indicou o Spotify no blog.
No entanto, o selo não se refere ao conteúdo musical enviado, mas ao perfil do artista, o que significa que um músico “verificado” poderá subir músicas geradas por IA para a plataforma.







