A Global Sumud Flotilla (GSF) afirma que pelo menos 428 ativistas de direitos humanos que atuam na Palestina seguem desaparecidos após a captura por autoridades israelenses. Entre eles, estão quatro brasileiros detidos, que ainda não foram localizados, segundo a denúncia.
Os brasileiros citados pela organização são Beatriz Moreira, militante do Movimento de Atingido por Barragens; Ariadne Teles, advogada de direitos humanos e coordenadora da GSF no Brasil; Thainara Rogério, desenvolvedora de software, nascida no Brasil e cidadã espanhola; e Cássio Pelegrini, médico pediatra. As três mulheres foram presas juntas. Pelegrini estava no penúltimo barco interceptado, que quase chegou a Gaza, a menos de 100 milhas náuticas da costa.
Segundo lideranças da GSF, até o momento não há notícias sobre os brasileiros. A entidade afirma que o Estado de Israel não informou o paradeiro nem o estado de saúde dos detidos e que foram proibidos o atendimento consular e o contato com advogados.
A Embaixada do Brasil em Tel Aviv informou que todos os ativistas serão levados ao porto de Ashdod e encaminhados ao centro de detenção de Ktzi’ot. A expectativa é de que as visitas consulares sejam permitidas nesta quinta-feira (21).
Com informações da Agência Brasil








