No padrão brasileiro ABNT2, a posição inicial das mãos fica na linha central do teclado. A, S, D e F para a mão esquerda; J, K, L e Ç para a mão direita. Os dedos indicadores repousam justamente sobre as teclas F e J, que possuem os relevos para facilitar a localização.
A técnica reduz a necessidade de olhar constantemente para o teclado. Além disso, ajuda a desenvolver a chamada memória muscular, tornando a digitação mais eficiente.
O mesmo princípio aparece na tecla 5. Os relevos não estão restritos às letras. Muitos teclados também possuem uma pequena marca tátil na tecla 5 do teclado numérico.
Nesse caso, a referência serve para orientar o posicionamento da mão durante a digitação de números. Assim como ocorre com as teclas F e J, o usuário consegue identificar sua posição apenas pelo toque e navegar mais rapidamente pelo teclado numérico.
Patente buscou ampliar a orientação tátil
O conceito de orientação pelo tato inspirou diversas soluções ao longo dos anos. Em 2002, a inventora norte-americana June E. Botich registrou uma patente intitulada “Modified Keys on a Keyboard”, propondo uma modificação mais abrangente nas teclas da fila guia.








