A abertura do 7° Brasília Summit, evento promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (LIDE), reuniu lideranças políticas e corporativas para debater o impacto da inteligência artificial na modernização dos setores público e privado.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP-DF) participou da solenidade ao lado do presidente do LIDE Brasília, Paulo Octávio, e do co-chairman global da instituição e ex-governador de São Paulo, João Doria. O painel de abertura contou ainda com o presidente do Banco BRB, Nelson de Souza, e o presidente do Correio Braziliense, Guilherme Machado.
Foco em Inovação e Eficiência
O encontro tem como principal tema de debate o uso estratégico da tecnologia para aumentar a eficiência e a atratividade econômica do setor público e da iniciativa privada.
Em seu pronunciamento, durante a abertura, a governadora do Distrito Federal Celina Leão, destacou as ações do governo local para impulsionar a inovação digital e fortalecer o ambiente de negócios na capital.
A gestão do Executivo local também recebeu reconhecimento do setor produtivo. Ao saudar a governadora, Paulo Octávio elogiou a recente atuação do governo em prol do sistema financeiro regional. “O que você conseguiu há duas semanas salvando o BRB é um mérito importantíssimo”, afirmou o empresário.
A governadora reforçou o empenho da gestão na recuperação da instituição financeira. “Força de vontade e resiliência para tirarmos o BRB de onde ele estava, e trazer para onde ele está hoje é muito gratificante para mim”, declarou Celina Leão.
O Papel Estratégico do BRB
O presidente do Banco BRB, Nelson de Souza, comentou a importância da instituição e ressaltou que os clientes voltam a depositar no BRB. “Invista no BRB e invista na nossa cidade”.
Segundo Nelson de Souza, o banco atua diretamente como uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento econômico da região, mantendo sua solidez operacional. “O BRB segue honrando compromissos com responsabilidade”, garantiu.
Durante o discurso de abertura, o presidente do BRB projetou um futuro otimista para a instituição, reiterando a meta de atingir um lucro de R$ 1 bilhão até o ano de 2028.
Nelson de Souza encerrou sua participação reforçando o vínculo identitário do banco com a capital federal: “O BRB pertence à história de Brasília e continuará fazendo parte do seu futuro”








