Problemas de saúde mental pelas redes sociais
Segundo documentos judiciais, um rapaz de 16 anos da Flórida, identificado pelas iniciais RKC, afirmou ser viciado em redes sociais desde os oito anos de idade, quando teve o primeiro contato com elas.
Ele culpou especialmente recursos como rolagem infinita e reprodução automática, que impulsionavam o uso compulsivo. RKC disse que perdia o sono e sofria de depressão e ansiedade devido ao vício.
Seus advogados disseram que a decisão do YouTube de resolver o caso em vez de levá-lo a júri “fala por si só”.
O porta-voz do Google, José Castaneda, disse que o foco da empresa é “desenvolver produtos adequados à idade e controles parentais que cumpram essa promessa”, acrescentando que o processo foi resolvido de forma amigável.
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