Uma juíza federal dos Estados Unidos rejeitou um pedido da Meta contra uma ação movida por dezenas de procuradores-gerais estaduais, que acusam a empresa de projetar o Facebook e o Instagram para viciar crianças, ocultando conscientemente os danos ao público.
Em uma decisão proferida na noite de ontem, a juíza federal Yvonne Gonzalez Rogers, de Oakland, na Califórnia, negou provimento ao pedido da Meta para indeferir as alegações baseadas em engano, injustiça e violações da Lei Federal de Proteção à Privacidade Online das Crianças.
A juíza também afirmou que era indiscutível que a Meta não cumpriu os requisitos de notificação e consentimento dos pais previstos nessa lei e concedeu julgamento sumário aos estados sobre essa questão.








