“Isso confirma que a soberania da IA não é apenas um argumento defensivo, é uma necessidade”, disse ele.
A Reuters informou hoje que as autoridades chinesas estão considerando impor restrições aos principais modelos de IA, que atualmente dominam o mercado de código aberto.
Kyslyi afirmou que o critério decisivo não é a origem do modelo. “Se o fornecedor disponibilizar a versão para execução em nossa infraestrutura local, não há restrições.”
“O modelo é essencialmente uma commodity”, disse Kyslyi, acrescentando que a Ucrânia trabalharia com qualquer fornecedor cuja tecnologia pudesse ser implantada sob controle ucraniano.
Atualmente, o assistente de IA da Ucrânia, integrado ao aplicativo governamental Diia, opera com o Gemini do Google, que é exclusivamente remoto e acessado por meio de servidores na União Europeia. Kyslyi afirmou que o Google forneceu tokens gratuitos para ele, o que significa que não houve gastos com o orçamento.
Ainda assim, a Ucrânia remove os dados pessoais antes de enviar consultas à Gemini porque “não controla esses modelos”, disse ele, descrevendo o Gemini como uma solução “provisória”.








