Há quatro anos o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu o chamado orçamento secreto, o sistema pelo qual dinheiro público é destinado sem que se saiba quem destinou, nem para onde nem para o quê. Apesar da proibição, os parlamentares insistem em manter esquemas parecidos, desafiando a decisão e ampliando a tensão entre o Legislativo e o Judiciário.
Agora, o ministro do STF Flávio Dino descobriu uma outra ponta do esquema: dinheiro de emendas parlamentares está sendo destinado por quem não é parlamentar. Primeiro, Flávio Dino apontou que isso acontecia com o presidente do PL,
Valdemar Costa Neto, e depois com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Há algo de muito errado nessa insistência do Congresso na manutenção desses esquemas. Como aponta Rudolfo Lago no JBrNews de hoje.








