“A ideia de que a IA é tão perigosa que o único caminho seguro é uma concentração extrema de poder parece perigosa”, escreveu. Na avaliação do executivo, experiências históricas mostram que concentrar poder em poucas instituições não costuma produzir os melhores resultados.
Zuckerberg também afirmou que o ritmo acelerado da evolução da IA torna inviável a adoção de longos períodos de espera para aprovação de novos modelos. “O setor está se movendo tão rapidamente que esse é um período bastante significativo”, disse ao comentar a proposta do governo dos Estados Unidos de criar um prazo voluntário de revisão de 30 dias para novos sistemas.
O CEO da Meta também criticou a possibilidade de os EUA restringirem o acesso a modelos de inteligência artificial desenvolvidos na China. Segundo ele, “proibir modelos de código aberto de diferentes países dificilmente será produtivo”, defendendo que o governo priorize o avanço da tecnologia dentro do próprio país.
Por fim, Zuckerberg voltou a rebater previsões de que a inteligência artificial eliminará grande parte dos empregos. “Não entendo por que alguém que acredita que a IA eliminará a maioria dos empregos e grande parte da relevância da humanidade se apressaria para construir esse futuro”, afirmou.
Na entrevista, ele acrescentou que acredita que uma IA amplamente acessível deverá criar mais empregos no futuro. Ele crê nisso especialmente com o surgimento de novos empreendedores e pequenas empresas.








