Praticamente todos os deportados são originários de países diferentes daqueles para os quais estão sendo enviados — Guiné Equatorial, Serra Leoa, Gana e República Centro-Africana — alertaram as advogadas e um monitor de voos de deportação.
Isso se inscreve em uma ofensiva contra a imigração nos Estados Unidos que tem recorrido ao que os críticos classificam como “brechas legais” para expulsar pessoas que o país está proibido de devolver a seus locais de origem.
Cerca de dez pessoas foram deportadas para a Guiné Equatorial na quinta-feira, apontaram Alma David e Meredyth Yoon, advogadas de imigração nos Estados Unidos informadas sobre seus casos.
Os voos também foram rastreados pelo ICE Flight Monitor, afiliado à organização humanitária Human Rights First. Segundo o rastreador, ambos fizeram escala para reabastecimento no Senegal, um ponto de passagem fundamental para os voos de deportação no continente.
As deportações costumam ser pouco transparentes. Yoon disse que ela e seus colegas tinham uma lista de pessoas que acreditavam estarem no avião, mas não tinham certeza se seriam enviadas para Serra Leoa ou para Gana.








