Autoridades do governo demonstram preocupação com modelos de IA de empresas chinesas. Segundo o NYT, nomes como Alibaba, DeepSeek e Moonshot AI entraram no radar porque seus modelos vêm se aproximando do desempenho de sistemas americanos, o que alimenta o temor de que a China avance na corrida da IA.
O que ainda está em aberto
Definições centrais do plano ainda parecem vagas, segundo fontes ouvidas pelo Axios. A estrutura define como “modelo de fronteira” aquele que é de código fechado, tem capacidades de ponta e envolve riscos à segurança nacional, mas não deixa claro o que é “ponta” ou o que configura “risco”.
Revisão deve envolver vários órgãos, e não uma única agência. O processo incluiria diferentes autoridades do governo.
Especialistas questionam se o plano responde ao tamanho do desafio de definir limites para a tecnologia. “Não acho que essa estrutura enfrente seriamente a pergunta: quais limites de segurança queremos para a IA avançada e, conforme ela evolui, eles deveriam ficar mais fortes?”, disse Lindsay Gorman, ex-consultora de tecnologia do governo Biden, ao NYT.
Casa Branca diz que a iniciativa reforça a estratégia de cibersegurança do governo Trump. “A estrutura voluntária avança a estratégia de cibersegurança ‘America First’ do governo Trump ao fortalecer nossa segurança nacional e consolidar a dominância americana em IA. Empresas que escolhem colaborar com o governo por meio dessa estrutura estão colocando a inovação, a segurança e a defesa cibernética americanas em primeiro lugar”, afirmou a porta-voz Liz Huston, em comunicado ao NYT.






