Sentença prevê que o dinheiro vá para um fundo voltado a reduzir danos futuros. Na decisão, Biedscheid afirmou que os efeitos atribuídos às plataformas extrapolariam o ambiente online e chegariam ao mundo real.
Meta é dona do Instagram, do Facebook, do WhatsApp e do Threads. A empresa já havia dito que pretendia recorrer da condenação anterior.
Em comunicado, porta-voz da Meta diz que empresa vai recorrer da condenação. “Trabalhamos duro para que as pessoas estejam seguras em nossas plataformas e temos sido transparentes sobre os desafios de identificar e remover maus atores e conteúdos danosos”, diz a empresa. “Mantemos a confiança em nosso histórico de proteção de adolescentes online e continuaremos a nos defender contra alegações que distorcem os fatos”.
Processo começou com ação de 2023
O caso tem origem em uma ação apresentada em 2023 por advogados do Estado do Novo México. Eles argumentaram que a Meta deveria ser responsabilizada por colocar crianças em risco e expô-las a conteúdo sexualmente explícito e contato com predadores sexuais.
Na primeira fase do julgamento, a empresa foi considerada reincidente em violar a lei estadual de práticas desleais. O entendimento foi de que os algoritmos de recomendação “direcionavam” jovens a conteúdos e contatos prejudiciais.






