O primeiro dia da campanha de José Roberto Arruda (PSD) ao Palácio do Buriti começou com uma missa no comitê de campanha do pessedista, no SIA, logo às 7h da manhã. Na ocasião, ele reuniu apoiadores e aliados, discursou por cerca de meia hora e disse que pretende “resgatar o Distrito Federal”. Mesmo com a liberação do calendário para discursos e contato com a população como candidato, o ex-governador realizou reuniões fechadas ainda na parte da manhã. Por volta das 11h30, pela agenda divulgada, Arruda deveria comparecer a uma carreata promovida por Ronaldo Caiado no Novo Gama, mas, quando os carros começaram a se mover, o pessedista estava no Gama, onde visitou a feira. “O Caiado se atrasou demais”, brincou, quando questionado pelo JBr. sobre a ausência.
Ao Jornal de Brasília, Arruda disse gostar “de abraçar, de conhecer as pessoas”. Também disse que pretende fazer uma campanha limpa. “Propositiva, alegre, sem agressão. Com esperança de uma Brasília melhor”, pontuou. “Por tudo que eu já vivi, eu tenho a oferecer minha experiência, o meu trabalho. A gente tem que pensar grande e é possível fazer muito melhor”, completou. Neste ponto, ele se deparou com a chegada de Ricardo Capelli (PSB), também candidato ao Buriti, mas eles sequer chegaram a se falar. Arruda deixou o local pouco depois em direção ao Caub I, onde realizou mais reuniões fechadas com apoiadores.
O retorno ao Gama se deu já próximo das 16h, no estádio Valmir Campelo Bezerra, onde o alviverde enfrentou o São Luiz (RS) pelas quartas-de-final da Série D – jogo decisivo que valia o acesso à divisão superior. Ele rodou pelas imediações do palco esportivo fazendo o papel clássico do período eleitoral: apertando mãos, abraçando pessoas e falando rapidamente sobre suas propostas para o que espera ser o segundo mandato à frente do Governo do Distrito Federal. Arruda foi cumprimentado por torcedores gamenses e não perdeu tempo em se atrelar à imagem do clube.
“Nada melhor que começar minha campanha aqui no Gama, com essa torcida maravilhosa, com esse estádio que eu tive o privilégio de construir”, exaltou. “Na hora que eu voltar, eu vou fazer a mesma coisa com o Abadião, em Ceilândia, e vou fazer no Agostinho Lima também [em Sobradinho]”, prometeu. “Eu fiquei sabendo há pouco que a nossa adversário entrou no tapetão mais uma vez”, disse, referindo-se à petição protocolada por um candidato a deputado distrital aliado à governadora Celina Leão, conforme informou o JBr. em primeira mão.
*Colaborou Isabele Mendes







