Sexta-feira, 21/08/26

como a IA ajudou Moderna e Merck

*A vacina é feita a partir de um pedaço do tumor do próprio paciente: o material é analisado para mapear mutações únicas daquele câncer.

*A participação da IA entra no “coração” do produto: modelos analisam as mutações do tumor e ajudam a escolher quais delas devem entrar na receita personalizada da vacina – entre centenas de possibilidades – para tentar treinar o sistema imunológico a reconhecer o câncer.

*A tecnologia usa mRNA (o mesmo tipo de “mensagem” biológica usada em vacinas como as da covid-19) para instruir as células a produzir uma proteína que serve como “foto falada” do tumor, ensinando o corpo a caçar células do melanoma.

*O teste acompanhou mais de 1.100 pessoas com melanoma de maior risco (em estágios avançados) que já tinham retirado o tumor por cirurgia e, depois, receberam Keytruda; parte delas também tomou a vacina.

*O grupo que recebeu a combinação (Keytruda + vacina) ficou mais tempo sem o câncer voltar, em comparação com quem tomou só Keytruda, segundo as empresas.

*Em paralelo, um estudo acadêmico no Reino Unido descreveu uma plataforma de IA (CenSegNet) que encontrou padrões microscópicos antes invisíveis em tumores de câncer de mama e ajudou a ligar esses padrões a sinais de agressividade e chance de sobrevivência.


T LB

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