Desde então, “enviamos 30 ordens… Vinte e nove para o TikTok e uma para a Meta”, acrescentou.
As plataformas cumpriram a determinação, mas a polícia segue reivindicando uma conscientização maior e exige que as empresas tecnológicas reforcem a supervisão e a moderação de conteúdo.
Os criminosos operam com um modus operandi similar e eficiente: os anúncios são publicados primeiro abertamente em redes sociais como o TikTok, Instagram ou Snapchat.
Quando um jovem responde a um anúncio, a conversa continua em seguida em um serviço de mensagens criptografada.
“Os valores oferecidos podem variar entre 10.000 coroas (pouco mais de 5.185 reais) e vários milhões, segundo o crime”, disse o porta-voz.
T LB








