Pablo Marçal está fora da corrida pelo Palácio do Planalto. O Tribunal Superior Eleitoral rejeitou nesta sexta-feira (11), por unanimidade, o registro de sua candidatura à Presidência e também negou o requerimento apresentado pelo PRTB.
Os sete ministros acompanharam integralmente o voto da relatora, Estela Aranha. Também votaram pelo indeferimento Ricardo Villas Bôas, Nunes Marques, André Mendonça, Antônio Carlos Ferreira, Floriano Peixoto e Dias Toffoli, fechando o julgamento em 7 a 0.
Com a decisão, Marçal deixa o conjunto de candidatos considerados aptos para disputar a eleição presidencial. Além disso, permanece submetido à inelegibilidade que o impede de concorrer a cargos eletivos até 2032.
A restrição decorre de condenação imposta pela Justiça Eleitoral de São Paulo relacionada às eleições municipais de 2024. O processo tratou da oferta de gravações audiovisuais a vereadores e prefeitos em contrapartida a doações financeiras, episódio que resultou em pena de oito anos de inelegibilidade.
O placar unânime elimina qualquer sinal de divisão interna no TSE sobre o registro presidencial de Marçal. Depois de tentar chegar ao Planalto amparado pelo PRTB, o influenciador termina a sexta-feira não apenas fora da disputa de 2026, mas com o caminho eleitoral bloqueado até 2032.








