Os agentes de IA podem promover “a capacidade de estabilizar uma conexão individual e persuadir os seres humanos a agirem de formas que lhes sejam convenientes, mas que não são necessariamente boas para todos nós”, uma aptidão que poderia ter amplas consequências políticas, afirmou.
No longo prazo, “a IA talvez nem vá precisar mais dos seres humanos para fazer coisas concretas no mundo físico”, acrescentou.
Nesse cenário, “um extremo poderia ser a destruição da humanidade”, alertou.
“Esse é um extremo”, admitiu, embora tenha observado que mesmo se um sistema bancário fosse fechado, “isso ainda seria muito, muito sério”.
© Agence France-Presse
T LB








