Em simulações internas realizadas em 2025, Claude, desempenhando o papel de um assistente administrativo, descobriu, por exemplo, por meio de um e-mail, que seria substituído por outro sistema e tentou chantagear um engenheiro com um suposto caso extraconjugal.
“Os desenvolvedores tentam impedir que esses comportamentos, que consistem em prejudicar ou explorar seres humanos para seu próprio benefício, ressurjam”, enfatizou o teólogo.
Há também laços com outros gigantes da IA, como Google DeepMind e OpenAI, segundo Brian Green e Éric Salobir, mas nenhum avançou tanto no diálogo quanto a Anthropic, que agora defende uma “regulamentação rigorosa” da IA.
Em uma batalha judicial entre a Anthropic e o governo dos Estados Unidos em março, um grupo de 14 especialistas em ética e teologia católica, incluindo Green, apresentou um parecer à Justiça para apoiar sua denúncia contra o Pentágono.
A empresa havia sido excluída de importantes sistemas de segurança nacional após se recusar a permitir que o exército utilizasse o Claude para armas letais totalmente autônomas ou para vigilância em massa dos americanos.
– Redes diplomáticas –
Enquanto Washington rejeita a regulamentação global da IA, como reiterou o presidente americano, Donald Trump, na terça-feira perante a Assembleia Geral da ONU, o Vaticano também está tomando medidas na frente diplomática.







