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Milhares de manifestantes reuniram-se neste domingo (1º) em Nova Délhi para exigir a renúncia do comissário-chefe da Comissão Eleitoral da Índia, Gyanesh Kumar. O ato, organizado por um bloco de oposição, contesta uma revisão nos registros de eleitores que resultou na exclusão de mais de 130 milhões de nomes desde o ano passado.
Críticos do processo eleitoral argumentam que a exclusão em massa pode impedir o exercício do direito ao voto de milhões de cidadãos. Em resposta, aliados do governo classificaram os manifestantes como anarquistas e sugeriram, sem apresentar evidências, a existência de influência externa nos atos.
Entenda o caso
- Motivação: Oposição alega que a revisão dos cadastros eleitorais tem viés político e prejudica desproporcionalmente minorias, como a população muçulmana.
- Posição oficial: A Comissão Eleitoral e o governo negam irregularidades e afirmam que o processo visa apenas eliminar registros duplicados ou inelegíveis.
- Segurança: O protesto ocorreu no Ramlila Maidan sob forte esquema de segurança, com monitoramento por drones e câmeras, após restrições a locais tradicionais de manifestação.
- Contexto: Organizações internacionais de direitos humanos apontaram que as denúncias sobre o processo eleitoral trazem incertezas sobre a integridade de futuras votações no país.
Texto: Redação / Correio de Santa Maria.








