O Senado do Paraguai rejeitou, nesta sexta-feira (6), o pedido do presidente para adiar o início do processo de impeachment devido a um escândalo bancário que congelou os depósitos de quase metade da população e mergulhou o país em uma crise institucional.
O chefe de Executivo havia pedido mais cedo uma prorrogação de 72 horas para preparar sua defesa, um dia depois que o Congresso recusou aceitar sua renúncia ao cargo, o que impediria que ele fosse a julgamento.
Ao negar a prorrogação, os parlamentares abrem caminho para debater o processo de impeachment, que poderia ocorrer ainda nesta sexta-feira. A decisão foi comunicada pelo presidente do Senado.
Em resumo
- Onde e quando: Assunção, Paraguai, com desdobramentos intensificados na semana iniciada em terça-feira.
- Principais informações: O Banco Central decretou intervenção no Ueno Bank por problemas de solvência, resultando no congelamento de contas de cerca de três milhões de clientes e de recursos públicos depositados.
- Medidas anunciadas: Abertura de investigação pela Procuradoria-Geral contra o mandatário e prisões de oito diretores da instituição financeira.
- Próximos desdobramentos: Julgamento no Senado sobre o impeachment e continuidade dos trâmites legais e políticos no país.
Texto: Redação / Correio de Santa Maria.








