Oito escolas públicas do Distrito Federal recebem a segunda temporada do projeto O Bê a Bá do Berimbau, uma iniciativa voltada para conectar os estudantes aos saberes ancestrais e à identidade afro-indígena.
Promovidas com recursos do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), as atividades são gratuitas, abertas à comunidade escolar e seguem com programação até o próximo dia 27.
As apresentações ocorrem em dois turnos, às 10h e às 14h, para atender os períodos matutino e vespertino em unidades selecionadas, totalizando 16 espetáculos. A estreia ocorreu em 28 de outubro na Escola Classe 07 de Planaltina, com passagens por São Sebastião e continuidade ao longo do mês em regiões como Brazlândia, Riacho Fundo, Santa Maria, Recanto das Emas, Gama e Paranoá.
Tradição e cidadania nas salas de aula
A iniciativa complementa o conteúdo pedagógico sobre a formação histórica do país. Segundo a pasta responsável, a chegada da capoeira aos colégios aproxima os alunos das tradições e dos saberes fundamentais construídos pelos povos africanos e indígenas, transformando o ambiente escolar em um espaço de formação cidadã.
Criado em 2019 pelo grupo Bando Matilha Capoeira no Gama, o projeto propõe um mergulho em expressões tradicionais da cultura brasileira. A programação artística inclui maculelê, puxada de rede, dança do bastão e a tradicional roda de capoeira.
Educação em resumo
- Público atendido: Estudantes da rede pública e comunidade escolar de oito regiões administrativas.
- Onde e quando: Apresentações gratuitas em escolas públicas do DF até o dia 27 de novembro, em sessões às 10h e às 14h.
- Como participar: Acesso livre para a comunidade escolar nas instituições selecionadas conforme o cronograma oficial.
- Próximas datas: Incluem unidades no Riacho Fundo (dia 11), Santa Maria (dia 13), Recanto das Emas (dia 17), Gama (dia 18), Brazlândia (dia 24) e Paranoá (dia 27).
Informações: Agência Brasília.
Texto: Redação / Correio de Santa Maria.








