Escudo térmico é o item que mais sofre na descida e será colocado à prova no momento de maior risco. A reentrada é uma fase de alto risco, porque o calor e as forças aerodinâmicas testam o material de proteção da cápsula e a precisão do ângulo de entrada.
Paraquedas entram em ação em sequência para frear a cápsula até a velocidade de queda no mar. Três paraquedas são abertos para reduzir a velocidade, que cai para cerca de 30 km/h antes da amerissagem no Pacífico.
Amerissagem deve ocorrer na costa sul da Califórnia, com resgate por navios e aeronaves. O pouso está previsto para as 21h07 (de Brasília) nesta sexta-feira, e o planejamento da Nasa aponta uma queda no mar perto de San Diego, com navio preparado como hospital, além de helicópteros e barcos menores posicionados para a operação.
Após a cápsula tocar a água, equipes se aproximam e abrem a escotilha para avaliar a tripulação. A Nasa acompanha a trajetória para estimar o ponto de queda e, cerca de três minutos depois do pouso, ocorre a aproximação para checagem dos astronautas e retirada da cápsula.
Primeiros minutos fora da nave costumam ser de adaptação, com os astronautas deitados e sob observação. Depois de dias em microgravidade, a tripulação passa por exames, fica em observação e inicia reabilitação física para recuperar força, equilíbrio e a rotina de caminhar.








