Sexta-feira, 10/04/26

ângulo de reentrada é crucial para sucesso da Artemis 2

ângulo de reentrada é crucial para sucesso da Artemis 2
ângulo de reentrada é crucial para sucesso da Artemis 2 – Reprodução

Escudo térmico é o item que mais sofre na descida e será colocado à prova no momento de maior risco. A reentrada é uma fase de alto risco, porque o calor e as forças aerodinâmicas testam o material de proteção da cápsula e a precisão do ângulo de entrada.

Paraquedas entram em ação em sequência para frear a cápsula até a velocidade de queda no mar. Três paraquedas são abertos para reduzir a velocidade, que cai para cerca de 30 km/h antes da amerissagem no Pacífico.

Amerissagem deve ocorrer na costa sul da Califórnia, com resgate por navios e aeronaves. O pouso está previsto para as 21h07 (de Brasília) nesta sexta-feira, e o planejamento da Nasa aponta uma queda no mar perto de San Diego, com navio preparado como hospital, além de helicópteros e barcos menores posicionados para a operação.

Após a cápsula tocar a água, equipes se aproximam e abrem a escotilha para avaliar a tripulação. A Nasa acompanha a trajetória para estimar o ponto de queda e, cerca de três minutos depois do pouso, ocorre a aproximação para checagem dos astronautas e retirada da cápsula.

Primeiros minutos fora da nave costumam ser de adaptação, com os astronautas deitados e sob observação. Depois de dias em microgravidade, a tripulação passa por exames, fica em observação e inicia reabilitação física para recuperar força, equilíbrio e a rotina de caminhar.


T LB

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