No Centro Grego de Internet Mais Segura, financiado pela UE, em Atenas, as chamadas para uma linha de apoio que oferece suporte a crianças vítimas de cyberbullying mais do que dobraram entre 2024 e 2025, disse George Kormas, que administra a linha de apoio. Outras reclamações incluem chantagem de menores, desinformação e discurso de ódio.
De acordo com os dados da linha de ajuda, 75% das crianças que usam redes sociais na Grécia estão em idade escolar.
“Isso, sem dúvida, nos preocupa, porque elas não sabem lidar com as mídias sociais ou se proteger”, afirmou ele.
O chefe da Organização Nacional para a Prevenção e Tratamento de Vícios, Athanasios Theocharis, disse que cerca de 48% dos adolescentes sentiram o impacto negativo das mídias sociais.
“Claramente (a proibição) tem o potencial de proporcionar um grau significativo de proteção”, declarou ele.
Enquanto isso, os pais que falaram com a Reuters temem ter perdido o controle sobre o que seus filhos fazem online ou expressaram preocupação de que as crianças encontrem uma maneira de contornar a proibição. Alguns preferem que o governo não intervenha de forma alguma.








