Por se tratar de um grande evento, uma equipe de pesquisadores liderada por Yixuan Wu, da Universidade Tsinghua, na China, desenvolveu modelos que simulam a trajetória do asteroide. Eles usaram tecnologia para mapear as regiões de impacto mais prováveis na superfície lunar.
Em entrevista ao Live Science, Wu explicou que o clarão poderia durar entre três e cinco minutos, embora fosse claramente visível por pelo menos 10 segundos. Além disso, seria detectado com maior precisão por telescópios.
O estudo estima que o impacto poderia lançar até 100 milhões de quilos de rochas lunares em direção à Terra. Esses fragmentos poderiam gerar o que Wu chama de “supertempestades de meteoros”, chuvas extremas que seriam mais visíveis entre dois e cem dias após a colisão.
Apesar das projeções, tudo ainda é incerto, e a colisão com a Lua pode nem acontecer. Ainda assim, o possível evento vem despertando grande interesse entre cientistas, principalmente pelo potencial de ampliar o conhecimento sobre o comportamento de asteroides.
Se esse cenário se concretizar, será um marco para a ciência planetária, transformando o sistema Terra-Lua em um grande palco para validar nossa compreensão dos impactos de asteroides.
Yixuan Wu, da Universidade Tsinghua, na China








