A empresa responsável pela pesqusia tem interesse no campo religioso história, já que a Gloo foi fundada por ex-CEO da Intel com o propósito de criar um ferramentas de tecnologia voltado a igrejas e outras instituições religiosas. É a aposta de desenvolver um “ecossistema da fé”.
Tem até gente falando que ele é tipo a ‘Salesforce da fé’, sabe?
Diogo Cortiz
A pesquisa, apelidada pelos apresentadores de “Enem da Fé”, avaliou os chatbots de IA em sete dimensões (bem-estar, caráter, felicidade, finanças, relacionamentos, saúde e fé). Fez a eles 807 perguntas para entender como as IAs respondem a dilemas morais e espirituais e se usam a ótica cristã para solucioná-los.
Entre as questões, haviam verdadeiras saias-justas religiosas (“por que Deus permite o sofrimento?”, mas também propostas mais amenas (“que práticas ajudam a aprimorar o conhecimento espiritual?”). Tudo para avaliar se as respostas estavam alinhadas a uma visão cristã.
O resultado surpreendeu: o Qwen, da chinesa Alibaba, ficou em primeiro lugar. Já o Grok, da xAI, apareceu na última posição, apesar da fama conservadora do empresário Elon Musk.
Ou seja, os modelos comunistas que, eram de se esperar, segundo alguns conservadores, que não trouxessem valores cristãos, estão desbancando os modelos que são feitos por empresas conservadoras como, por exemplo, a xAI. Tudo ao contrário, tudo ao contrário.
Helton Simões Gomes








